3.c.1. Tipos de movimento

Grande parte da argumentação que perfila os novos tipos de movimento aparece nos livros da Mecânica Global e da Astrofísica e Cosmología Global.

Antes de explicar os tipos de movimento, deve notar-se que existem dois tipos diferentes de meios de suporte. Em primeiro lugar, a estrutura reticular da matéria ou éter global, que é o meio de suporte de gravidade, a massa e energia cinética.

Em segundo lugar, o meio suporte de luz, que é o campo gravitacional ou tensão da curvatura longitudinal dos filamentos de éter global.

Para facilitar o raciocínio, chamamos a primeiro éter cinético, gravitacional ou global. E o éter de luz que podemos chamar de éter luminifero, que é o campo de gravidade.

O primeiro é o éter global, porque, como dissemos, suporta o campo de gravidade que, por sua vez, é o éter luminífero.

Isto é, existem dois éteres que também estão relacionados, mas nenhum deles coincide com as características do éter clássico. Eles não são uniformes e que podem produzir um arrasto total ou parcial, em certos casos.

A classificação dos tipos de movimento que se apresenta realizou-se da perspectiva da sua característica reticular. Ou seja, é independente dos tipos de movimento existentes com outras perspectivas sobre a relação do espaço com o tempo, como movimento retilíneo uniforme, movimento acelerado, etc.

Não obstante, uma classificação de tipos de movimento afetada será a relacionada com sistemas inerciais e não inerciais da perspectiva física da Mecânica Relativista ou os tipos de movimento puramente matemáticos da Mecânica Quântica.

Desde logo, a seguinte classificação dos tipos de movimento é um tanto ousada em alguma das suas propostas ao ser o novo modelo da Física Global totalmente diferente da atual. Ainda assim, espero que se aproxime conceitualmente mais à realidade física que os modelos da Física Moderna sobre o espaço, o tempo e a sua relação.

Como o movimento do éter global está intimamente relacionado com o da luz e da massa, podem-se produzir solapamentos na descrição dos distintos tipos de movimento ou deslocação.

Tendo em conta o que foi dito anteriormente, aparecerão os seguintes tipos de movimento:

TIPOS DE MOVIMENTO
Deslocações do éter global
  • Expansão e contração reticular.
    • Little Bang.
    • Afastamento e aproximação das estrelas.
    • Dissolução e criação de elétrons.
    • Criação da massa (compactação)
    • Criação da massa (confinamento)
  • Vibração longitudinal do éter global.
    (Causa da ressonância do núcleo atômico)
  • Movimento do campo gravito-magnético.
    (Causa das órbitas de elétrons)
  • Variação da tensão longitudinal do éter global.
Propagação da luz
  • Arrasto total pelo éter luminífero.
  • Movimento de onda mecânica.
  • Curvatura da luz.
O movimento da massa
  • A dança dos ondóns. (Globudésicas)
    Vibração dos núcleos atômicos.
  • Movimento grego ou normal.
  • Precessão anômala órbitas planetas.
  • Arrastamento da massa pelo éter global.
  • Deslocação do éter global.

    Estes tipos de movimento de deslocação da Física Global têm pouco que ver com as Leis de Newton ou com a Teoria da Relatividade de Einstein, e muito menos com a Mecânica Quântica.

    Veja-se o exemplo de atravessar o rio saltando sobre pedras na definição de espaço e a sua diferença em relação à Teoria da Relatividade.

    • Expansão e contração reticular.

      • Movimento rápido da Teoria da Inflação do universo.

        A descompressão da massa comprimida que contêm os buracos negros provocaria o aumento de volume e a deslocação do éter global de forma a que a velocidade do seu movimento pudesse ser muito superior à da luz.

        Nesta etapa, a propagação da luz terá velocidades muito superiores a *c*, a referida velocidade irá dever-se ao fato da luz se deslocar sobre a tensão longitudinal do éter global ou, o que é a mesma coisa, a sua deslocação física é aditiva em relação ao seu meio suporte.

      • Afastamento e aproximação das estrelas.

        Normalmente conhece-se como expansão e contração do universo.

        Fora da etapa da inflação, o éter global sempre estará em movimento por efeito da expansão do universo provocada por emissão de energia eletromagnética das estrelas e da contração devida à acumulação de massa comprimida nos buracos negros.

      • Dissolução e criação de elétrons.

        Como a Mecânica Global explica, os mesmos fenômenos de expansão e contração do éter global produzem-se com a criação ou destruição de partículas elementares com massa.

      • Criação da massa (compactação)

        O mesmo caso que acima de prótons e nêutrons.

      • Criação da massa (confinamento)

        Um caso diferente é o estiramento dos filamentos de uma retícula no processo de formação dos prótons e nêutrons, que é o que acaba dando estabilidade aos mesmos.

    • Vibração longitudinal do éter global.

      Vibração que transmite a tensão longitudinal da estrutura reticular da gravidade. Não se deve confundir com a tensão da curvatura longitudinal dos filamentos, o que cria o campo de gravidade.

      A referida vibração também estará conectada com os fenômenos de ressonância interna das partículas com massa.

    • Movimento do campo gravito-magnético nas distâncias atômicas.

      Convém assinalar também que, segundo a Mecânica Global, pela presença da massa o éter global configura parcialmente o campo eletromagnético ou, com maior propriedade, o campo gravito-magnético sem necessidade da existência de fótons.

      Este tipo de movimento inclui a dança dos ondóns e a vibração do núcleo do átomo.

      O estado de agregação da matéria formado por zonas do éter global comprimidas, ou partículas com massa, mas instável, denomina-se ondina, tais como a massa dos electrõesmas.

      No entanto, a propagação da luz ou propagação da energia eletromagnética, como onda transversal de caráter mecânico sobre tensão longitudinale do éter global, provoca um tipo de movimento adicional do éter global, ao alterar a sua distribuição espacial.

    • Variação da tensão da curvatura longitudinal do éter global.

      O verdadeiro meio suporte da luz não é a estrutura reticular da matéria o éter global, mas sim a tensão da curvatura longitudinal da referida estrutura –campo de gravidade o éter luminífero.

      A deslocação ou variação da tensão da curvatura longitudinal dos filamentos do éter global sustenta a explicação alternativa à experiência de física de Michelson-Morley. Aspecto que sem dúvida cumpre, pois, o campo gravitacional acompanha a deslocação dos planetas.

      Não obstante, a estrutura reticular da gravidade não é um fluído; segundo a Wikipédia “Um primeiro passo para abandonar o conceito de éter elástico foi realizado por MacCullagh, que postulou um meio com propriedades diferentes à dos corpos ordinários. As leis de propagação de ondas neste tipo de éter são semelhantes às equações eletromagnéticas de Maxwell. ”

      A variação da tensão da curvatura longitudinal do éter global pela rotação do planeta e a diferente deslocação das partículas com massa que a compõem poderia ser a causa principal da existência de campo magnético da Terra.

  • Propagação da energia eletromagnética.

    Como referi anteriormente, sendo a energia eletromagnética uma perturbação física do éter luminífero –tensão longitudinal dos filamentos do éter global–. O movimento da luz significa sempre uma deslocação do éter global; por muito pequena que seja a variação da situação no espaço.

    • Arrasto total por éter luminífero.

      Movimento derivado da deslocação no espaço do éter luminífero o campo da gravidade. Tenhamos em conta que, para além do próprio movimento do éter global, existirá variação da tensão longitudinal e não unicamente variação da tensão sa curvatura longitudinal.

      A propagação da luz a velocidade superior a *c* mantém-se para além da etapa de inflação do universo, visto que sempre que o éter luminífero se está movendo, produz-se um efeito de arrasto total da luz; ou seja, a velocidade da luz é aditiva.

    • Movimento de onda mecânica sobre meio não dispersivo.

      A energia eletromagnética propaga-se como onda transversal sobre as ondas de tensão longitudinal do éter global, incluindo tensão de curvatura longitudinal, como meio suporte ou éter luminífero.

      Independentemente do movimento do éter luminífero, a intendidade do campo de gravidade afetará a velocidade da luz, quanto mais tensão maior será a velocidade da luz. Esta questão sobre se a velocidade da luz é constante ou não, discute-se com detalhe no livro da Mecânica Global.

      Passará o mesmo com a tensão longitudinal do éter global. Pense-se que nos fenômenos da Astrofísica se podem produzir grandes variações da tensão longitudinal com pouca variação da curvatura longitudinal dos filamentos do éter global.

    • Curvatura da luz e Efeito Merlin.

      Outra característica ou propriedade da propagação da energia eletromagnética no espaço é a produzida pela simetria radial da gravidade. Há dois componentes da causa atractis.

      O mecanismo de transferência de energia do efeito Merlin –Mercury-Lightning ou segunda componente da atractis causa– deve-se à velocidade da luz, e é semelhante ao da primeira componente ou força de gravidade da Lei de Gravitação de Newton.

      Para um objecto, a energia transferida é proporcional à massa, a sua velocidade e à velocidade de vibração das ondas longitudinais do campo gravitacional; no caso de luz, que será duas vezes quea a massa no repouso; porque a velocidade das ondas de luz e longitudinais do campo gravitacional, é a mesma. A explicação detalhada está no livro da Lei da Gravidade Global.

      As implicações deste efeito são importantes na Física Global porque explicam a curvatura da luz pelas estrelas e galáxias ou efeito de lentes gravitacionais.

      Claro, trata-se de uma explicação alternativa à Teoria da Relatividade de Einstein. Não é a mesma coisa uma deslocação no espaço ou que o próprio espaço se expanda ou contraia, sobretudo para a boa saúde dos neurônios!

      Lentes gravitacionais Anel de Einstein-NASA
      (Imagem de domínio público)
      curvatura da luz – NASA
  • O movimento da massa

    • A dança dos ondóns (The dance of the wavons)

      A Mecânica Global definiu os ondóns como um novo tipo de partículas. A massa física dos ondóns é o resultado da relaxação da diferença da tensão transversal na estrutura reticular da materia ou energia eletromagnética mediante o movimento e o meio-novelo. O caso mais conhecido seriam os elétrons que neutralizam a carga do átomo.

      Este tipo de movimento refere-se à deslocação no espaço dos ondóns dentro das suas órbitas, já que para mudar de órbita desfazem-se as espirais que os formam e geram energia eletromagnética. Depois voltam a criar-se as espirais, novelos ou caracolitos que formam os ondóns num ponto espacial pertencente a outra órbita ou linha globudésica.

      As órbitas dos elétrons(Microscópio olhológico)
      As órbitas dos elétrons

      Os ondóns deslocam-se ao longo da sua órbita, como semi-nós deslizante no éter global, como resultado do balançar do núcleo do átomo para relaxar a tensão transversal não relaxada ou eliminada com as espirais completas criadas ou elétrons.

    • Movimento grego.

      De todos os tipos de movimento, este é o mais normal e quotidiano, pois refere-se à deslocação no espaço que todos conhecemos das coisas.

      O mecanismo que permite o movimento da massa denomina-se energia cinética e é ao que se referem principalmente as Leis de Newton e, do ponto de vista mais recente, o conhecido conceito de massa cinética que se adquire com a velocidade, que afecta a configuração espacial da massa total.

      O movimento da massa física é estranho, pois segundo a Mecânica Global a massa não é mais que uma espiral do éter global. Para se mover deverá existir um mecanismo que lhe permita mover-se ao longo do éter global –éter cinético–, com a complicação de ser uma espiral tridimensional da mesma. Por outras palavras, o movimento da massa é como o de um nó corredio.

      Deve notar-se que um precedente seria a Teoria dos Nós de Kelvin.

      A massa física move-se através do éter cinético quase como uma bola se moveria entre lençóis, com a particularidade de que a bola é feita dos mesmos fios que os lençóis.

    • Gravidade de Newton e precessão anômala de Mercurio –Efeito Merlin.

      Como no caso das lentes gravitacionais no movimento da luz, o primeiro componente da atractis causa produz a força de gravidade de Newton.

      A Lei da Gravidade Global acrescenta uma segunda causa física da força da gravidade; trata-se do efeito Merlin devido à velocidade sobre o éter global ou sistema de referência natural da energia cinética da massa –éter cinético.

      A precessão anômala das órbitas dos planetas também é produzida pela segunda componente da causa atractis ou efeito Merlin.

    • Arrasto da massa pelo éter cinético o movimento inverso.

      Este tipo de movimento poderia confundir-se com o anterior, mas do ponto de vista da física são muito diferentes. Não se trata de um movimento da massa sobre o éter global, que é o seu meio suporte, mas sim do movimento do éter global. Este movimento irá causar um arrasto parcial da massa física.

      Um exemplo esclarecedor deste tipo de movimento seria a variação da situação no espaço da bola que se encontra entre os lençóis devido à deslocação da cama.

      A melhor forma de entender este movimento é pensar no movimento inverso. Se a massa se desloca sobre o éter global –éter cinético– a certa velocidade pela configuração espacial da sua massa física, modulada pela energia cinética adquirida; uma deslocação do éter cinético terá um efeito sobre o movimento da massa em função da referida configuração espacial.

      NOTÍCIAS DE FÍSICA

      NASA Gravity Probe-BPrecessão e efeito de arrasto segundo Einstein
      (Imagem de domínio público)

      Gravity Probe-b de la NASA

      "A sonda espacial Gravity Probe-B, da NASA confirmou com alta precisão duas predições chave derivadas da Teoria da Relatividade Geral de Einstein: a curvatura do espaço-tempo em redor de um corpo e o chamado efeito de arrasto de marco, pelo que a Terra na sua rotação torce o espaço-tempo."

      El País 05-05-2011