3.f) Mecânica do movimento uniforme e acelerado

Vimos, ao falar do movimento em geral, as características e propriedades da velocidade da luz ou energia eletromagnética.

Nós também apresentamos a origem, significado e suporte material da energia cinética relacionado com a velocidade física da massa sobre a estrutura reticular da matéria, éter cinético ou global.

A rotura da simetria total pela massa ao criar o campo gravitacional devido à energia potencial gravitacional supõe dois tipos de efeitos sobre a mecânica do movimento físico:

  • Aceleração da queda livre dos corpos, correspondente à Lei da Gravitação Universal de Newton, que operará de acordo com a segunda Lei de Newton ou de proporcionalidade da força, massa e aceleração; tendo em conta o aumento de massa com a velocidade.

    A principal diferença entre movimento físico com a simetria total e o movimento acelerado de queda livre é que a energia cinética é trazida pela energia potencial gravitacional no segundo.

  • O efeito Merlin ou segunda componente da atractis causa, tratado no livro da Lei da Gravidade Global, que explica o efeito da curvatura da luz nas lentes gravitacionais e a precessão anômala das órbitas dos planetas.

Agora vamos aprofundar o significado de física da energia cinética como causa direta do movimento e o funcionamento da mecânica da velocidade física e a aceleração da massa com e sem gravidade.

No apartado Movimento com gravidade veremos que a mecânica do movimento físico da massa com a simetria radial da gravidade é igual ao de simetria total com a adição da força intrínseca da gravidade, que tem duas componentes.

 

 

3.f.1. Física do movimento sem gravidade

Neste apartado vamos estudar a mecânica do movimento dos corpos com massa numa física teórica de simetria total da estrutura reticular do éter cinético.

Vejamos as diferentes situações da massa e da energia cinética em relação à velocidade e à aceleração física.

  • Repouso.

    A massa total é a massa em repouso mais massa cinética –massa equivalente à energia cinética–; mas, neste caso, a energia cinética é zero.

    Estamos sempre falando de um modelo de espaço euclidiano, tempo absoluto e com velocidades medidas em relação ao sistema de referência natural ou éter cinético.

    O éter cinético ou global encontra-se em constante vibração e sincronizada com a ressonância da massa.

    A velocidade física privilegiada é zero ao estar a massa em repouso em relação à éter cinético –sistema natural de referência da energia cinética–. A energia cinética é nula e, portanto, existe equilíbrio do jogo de forças tridimensional na interação entre o éter cinético e a massa, dada a simetria total do éter global da nossa hipótese.

    Ainda que não haja movimento físico da massa sobre o éter cinético, se se muda o sistema de referência haverá movimento relativo, mas a massa física não terá mudado e a energia cinética continuará sendo nula. Isto é, o movimento relativo não expressa devidamente a realidade física subjacente. É como quando se anda de carro e parece que as árvores se deslocam.

    A massa em repouso ou movimento nulo (Sistema de referência natural)
    A massa em repouso

     

  • Física do movimento retilíneo uniforme.

    Depois de uma aceleração instantânea ou de aceleração durante um período de tempo concreto podemos definir uma etapa física de movimento retilíneo uniforme.

    Agora existe certa quantidade de energia cinética, proporcionada pela força que produziu a aceleração mencionada. A massa física ter-se-á deformado ou variado a sua configuração espacial ao absorver a energia; e terá um formato elipsoidal como a da figura. Esta absorção e deformação espacial da massa global é a essência da energia cinética.

    Consequentemente, o conceito de aumento da massa relativista –independentemente do seu formalismo matemático– só é correto quando se utiliza o sistema de referência natural do movimento físico ou éter cinético.

    Continuando com o caso de simetria total, a vibração do éter global estará sincronizada com a vibração ou ressonância da massa, dado que a massa é constituída por filamentos do éter global.

    A interação da massa em movimento com o éter cinético provocará forças pela sua tendência natural para reverter ao estado de simetria total; agora, a configuração espacial da massa já não tem a simetria da figura da massa em repouso ou, por outras palavras, o jogo de forças inicialmente não dará uma resultante nula como no caso do repouso.

    A vibração ou energia interna ambos os fios de massa como do éter cinético –linhas vermelhas na figura– afetará a função do ângulo e ponto de contato. Podemos analisar nestes termos; mas, na verdade, é um processo interno, porque acreditamos que a massa é composta por laços de filamentos do éter cinético.

    Continuando a análise da figura, a troca de energia será maior no lado direito do ponto de contato visíveis, e a massa se move para a esquerda. Ao mesmo tempo, o movimento para a esquerda produzira a maior resistência movimento a maior velocidade da massa.

    Consequentemente, as forças se equilibrarão pela mecânica do movimento da massa, já que esta aumentará a tensão dos filamentos das espirais no sentido do movimento. Tudo isso, tendo em conta o total de efeitos nas três dimensões do espaço euclidiano.

    Da mesma forma, a troca de energia total é zero porque as forças –setas verticais– são iguais, mas opostas. Por conseguinte, quando a velocidade, equilibra a troca de energia acima mencionado, começará o movimento uniforme na ausência de outras forças.

    Enquanto a energia cinética não sofrer nenhuma variação, a velocidade continuará com movimento uniforme, que é consistente com a Lei da Inércia de Newton.

    Éter cinético Equilíbrio dinâmico das forças elásticas
    Diagrama do mecanismo de movimento uniforme

    Por outro lado, o movimento físico faz com que a massa alcance a próxima vibração dos filamentos do éter cinético um pouco antes do que se estivesse em repouso e assim sucessivamente. Por outras palavras, a frequência da ressonância da massa será maior do que no estado de repouso.

    Desta forma, a frequência de ressonância da massa, aumentada pela mecânica física do movimento, continua sincronizada com os filamentos do éter global. Ou seja, o movimento físico sobre o éter global é o mecanismo de equilíbrio da ressonância da massa e do éter global ou da sua sincronização.

    A frequência da ressonância ou vibração da massa aumentou com a velocidade sobre o éter global; mas parece que não se altera o tempo neste caso, a não ser que se defina precisamente em função da referida frequência, como faz a Teoria da Relatividade de Einstein.

  • Física do movimento retilíneo com aceleração.

    A aceleração física do sistema de referência natural do éter global implica um aumento da energia cinética. O processo é semelhante ao caso anterior de movimento retilíneo uniforme naquilo que tem de mudança ou aceleração em relação ao estado de repouso.

    O aumento de energia cinética implicará um maior aumento e maior deformação da massa. Da mesma forma, a maior velocidade provocará um aumento da ressonância da massa para sincronizar-se com o éter cinético.

    Neste caso, o tempo não é alterado.

    No entanto, na Teoria da Relatividade de Einstein o que determina a unidade de tempo relativo é a velocidade e a aceleração provoca mudanças nessa unidade.

Com estas características do modelo sobre o movimento, seria imediato saber o tamanho de uma retícula do éter cinético o global, se ele está diretamente relacionada com a frequência de ressonância da massa.

Não surpreende que a velocidade máxima da massa é a velocidade de transmissão da tensão longitudinal de éter cinético –igual à velocidade da luz– porque nessa velocidade seria em um nível de energia associado com c², que envolve um limite físico.