3.f.2. Física do movimento com gravidade

Este apartado estuda uma característica importante do movimento sobre a estrutura reticular da matéria, éter cinético, gravitacional ou global com a simetria radial da gravidade, em contraposição à física do movimento teórico sobre o éter global com supersimetria que se estudou na página anterior.

Refiro-me ao efeito Merlin, que provoca a curvatura da luz pelas lentes gravitacionais e o pequeno desvio das órbitas dos planetas em relação ao previsto pela Lei da Gravitação Universal de Newton; explicados ambos fenômenos naturais pela Relatividade Geral de Einstein com as suas equações de campo e a sua distorção do espaço e do tempo. No entanto, o primeiro a explicar a precessão anômala de Mercúrio era Paul Gerber, com uma fórmula idêntica.

A importância desta característica física radica em que não só é compatível com a constituição da massa, a energia eletromagnética e o modelo da Mecânica Global em conjunto, como também o reforça ao mesmo tempo. Dito de outra forma, a nova explicação da mecânica do movimento em gravidade evidencia a incorreção da mecânica relativista.

Como no movimento sem gravidade, esta secção não detectou qualquer razão para pensar que o tempo eo espaço são relativos, mas muito pelo contrário. Ou seja, as razões mecânicas por relógios atômicos estão fora de sincronia com o movimento e da gravidade são explicados.

3.f.2.a) Dinâmica do movimento da luz

Independentemente da descrição do movimento ondulatório e das Leis de Maxwell, o movimento da luz mostra uma pequena variação angular ao passar próximo das estrelas ou curvatura da luz. O efeito de lentes gravitacionais ajuda a entender a natureza da energia eletromagnética.

As características da propagação da energia eletromagnética da luz no éter luminífero –campo de gravidade– foram abordadas no livro da Mecânica Global e, por outro lado, a demonstração matemática da curvatura da luz realiza-se no apartado Experiências de energia do livro da Lei da Gravidade Global. O último livro contém uma discussão detalhada sobre a teoria da gravitação da massa, energia eletromagnética e energia cinética.

Lei da Gravidade GlobalFórmula da Lei da Gravidade Global

A Lei da Gravidade Global são uma fórmula matemática simple que reúne as implicações do efeito Merlin ou segunda componente da atractis causa sobre a Lei da Gravitação Universal de Newton. Em resumo, a fórmula adiciona a energia cinética na interação gravitacional.

Conceitualmente, observa-se que a massa global do objeto em movimento não aparece na fórmula porque deveria aparecer em ambos lados da equação; ou seja, um aumento da massa global não alteraria a órbita dos planetas nem a velocidade de queda livre doa corpos se não fosse por o fator de correção introduzido devido ao duplo efeito gravitacional da massa cinética –massa equivalente à energia eletromagnética transformada em energia cinética–, que provoca um aumento da força de gravidade por unidade de massa.

Para o caso da luz haveria que colocar essa equação em termos de energia, mas seria totalmente equivalente à apresentada, dado que a massa não é mais do que um tipo de energia elástica ou estado de agregação do éter global ou gravitacional.

Logicamente raciocínio vai se referir a energia eletromagnética em vez de cinética. Para o caso da luz, como a sua velocidade é igual à das ondas gravitacionais –propagação da tensão longitudinal do éter gravitacional–, a interação gravitacional devida à velocidade será exatamente o dobro que a da massa; o mesmo resultado que o eclipse do Sol de 1919 e o que oferece a mecânica relativista alterando o espaço em função da energia.

3.f.2.b) Física da queda livre dos corpos

De acordo com a Wikipédia, o movimento de queda livre dos corpos é aquele que só é afetado pelas forças da gravidade. Se bem que também se fala de queda livre nos casos de movimento com distorção do espaço e do tempo devidos à energia gravitacional na Relatividade Geral.

A Dinâmica Global explica o desvio físico no movimento de queda livre em relação ao previsto pela Lei da Gravitação de Newton de forma alternativa à Teoria da Relatividade de Einstein e mantendo os princípios de espaço euclidiano e tempo absoluto e, claro, sem utilizar nenhuma dimensão artificial nem mudanças na realidade física para cada observador.

A demonstração matemática da precessão anômala de Mercúrio com a fórmula da Lei da Gravidade Global também se encontra no apartado citado anteriormente de Experiência de energia.

Esta particularidade da física de queda livre expõe-se de forma simples com base nos seguintes pontos:

  • Massa de repouso no campo de gravidade.

    O éter gravitacional encontra-se em constante vibração e sincronizada com a ressonância da massa.

    Logicamente, quanto maior for a tensão da curvatura longitudinal do éter gravitacional, mais rápida será a sua vibração e também frequência de ressonância da massa.

    Na realidade física mais intuitiva, o que se produz é um aumento da intensidade do campo gravitacional, que teria as mesmas consequências que as mencionadas na seção anterior sobre o movimento sem gravidade.

    O tempo não parece que sofra nenhuma aceleração ou aumento do seu ritmo absoluto, salvo que se meça em função da ressonância da massa como faz a mecânica relativista, mas não é o caso do modelo físico da Física Global.

  • A energia cinética e a velocidade da massa física.

    No apartado 3.c.3.Velocidade física da massa comentaram-se os elementos que intervêm na definição da velocidade da massa. Em particular, o conceito de massa na Mecânica Global e o suporte material da energia cinética.

  • Movimento dos corpos com massa com supersimetria.

    As particularidades comuns do movimento sobre o éter global ou cinético com supersimetria trataram-se inicialmente no apartado sobre Física do movimento sem gravidade.

    A energia cinética é a que causa a mecânica do movimento da massa numa teórica supersimetria do éter global e que, como veremos, também afetará o movimento de queda livre dos corpos que estamos estudando.

    Em concreto, expliquei os diversos estados de movimento da massa, repouso, movimento uniforme e aceleração, juntamente com o significado ou função da correspondente energia cinética associada aos mesmos. Por outras palavras, a mecânica do movimento como resposta à massa cinética e a sincronização da ressonância da massa com a vibração do éter global nas mudanças de velocidade da massa.

  • Movimento de queda livre na Mecânica de Newton (Simetria radial)

    Este movimento é semelhante à deslocação com supersimetria quando a força aplicada é a força da gravidade de Newton. Esta força é a primeira componente da atractis causa na Lei da Gravidade Global.

    A particularidade de aumento da massa com a velocidade derivada da massa relativista não afetaria a aceleração; pois a gravidade de Newton aumentará na mesma proporção que a massa. Anteriormente neste livro e no livro da Lei da Gravidade Global comentou-se que este aumento da massa com a velocidade é correto sempre que a velocidade se meça em relação ao sistema de referência natural ou privilegiado –éter gravitacional ou global.

    Éter gravitacional Mecanismo de queda livre dos corpos
    Diagrama do éter gravitacional con aceleração da massa
  • Segunda componente física da atractis causa ou efeito Merlin.

    O efeito se produz em qualquer deslocação da massa física através do éter global com simetria radial. Por outras palavras, aparecerá nos casos da gravidade de Newton onde, além disso, exista movimento da massa em relação ao sistema natural de referência.

    Já só falta explicar porque é que o desvio é menor no caso do movimento de queda livre dos corpos do que no movimento da luz.

    A diferença entre o movimento com gravidade da luz e dos corpos com massa é relevante porque, apesar de existir, ambos desvios em relação à Lei de Gravitação de Newton explicam-se com a mesma fórmula e a mesma argumentação. O efeito Merlin deve-se ao aumento da interação gravitacional devida à velocidade e a energia –cinética ou eletromagnética– la quantifica em ambos os casos.

    A quantificação é dada pela energia cinética porque esta implica um movimento da massa global e, tendo em conta a sua velocidade, supõe uma energia equivalente à energia eletromagnética ou gravitacional necessária para alcançar a referida velocidade desde a situação inicial de repouso no seu marco de referência natural ou éter gravitacional.

    Por outras palavras, a segunda componente da atractis causa ou efeito Merlin sobre a massa global é igual à força da gravidade de Newton sobre a massa cinética ou aumento da massa em repouso devido à velocidade; já que a força de gravidade sobre a energia eletromagnética é dupla. Uma parte compensaria o aumento de massa com a velocidade, mantendo a força de gravidade por unidade de massa, e a outra produziria um aumento na força de gravidade por unidade de massa.

    Também será afetada a energia potencial gravitacional, como se discute no apartado sobre a Energia potencial do livro da Lei da Gravidade Global.

    Em definitivo, como a força de gravidade global por unidade de massa aumentará, a órbita dos planetas e, geral, o movimento de queda livre dos corpos com massa será afetado.

    Por outro lado, a Relatividade Geral utiliza a energia cinética adicional –ou energia em geral– para alterar o espaço ou tempo, dependendo do sistema de referência usado; de modo a que os seus cálculos são consistentes, mas não faz muito sentido.

A proporcionalidade entre força, massa e aceleração mantém-se na modelo da Física Global, mas há que ter em conta os aumentos intrínsecos da massa e da força da gravidade global com a velocidade, para além da diminuição da força da gravidade com a distância.

Outro aspecto importante é a incapacidade para determinar a Constante de Gravitação Universal, quando a velocidade em relação ao éter gravitacional não é conhecida. Por exemplo, como na Terra haverá sempre uma energia cinética comum a todos os objectos no planeta e o planeta, a segunda componente da atractis causa serã incluída na Constante de Gravitação Universal.

A seção do paradoxa relativista do Último Golfinho no livro da Astrofísica e Cosmologia Global discute em detalhes a impossibilidade mencionado e as consequências sobre as órbitas planetárias de diferentes hipóteses sobre o éter gravitacional.

Além disso, existe um projecto para medir a Constante de Gravitação Universal no espaço. De acordo com a nossa análise, várias medições com diferentes velocidades e localizações, poderia permitir a determinação do movimento relativo do Sol em relação ao éter gravitacional no qual se move.

Além disso, as medições na Terra também podem determinar esta constante usando sua marcha anual, mas é duvidoso que a precisão da medição é suficiente. Talvez uma análise ad hoc das medições feitas na experiência Gravity Probe B em diferentes períodos da sua duração poderia fornecer alguns resultados.

3.f.2.c) Física do movimento normal dos corpos em gravidade

Quando na queda livre dos corpos acrescentamos outras forças, a energia cinética do conjunto pode fazer com que o corpo não se desloque para a massa que gera o campo de gravidade. A direção e sentido do movimento dos corpos dependerão da configuração espacial da massa global do objeto em movimento e do éter gravitacional, cinético o global. A força resultante da consequência do intercâmbio de energia, dadas as configurações espaciais referidas, será a causa do movimento.

Éter gravitacional e a massa cinética Coração enfeitiçado
Desenho do coração com movimento dos corpos em gravidade e outras forças

Na figura do coração enfeitiçado pode observar-se que, pela disposição dos fios –maior separação em cima do que em baixo–, um objeto sobre o coração mexer-se-ia para cima com a vibração dos fios. –Supondo que tenham uma pequena convexidade em relação ao eixo vertical e que tenham certa tensão longitudinal.

Agora, se o objeto tem a forma do triângulo preto da figura, essa forma fará que o objeto se mexa para baixo já que a configuração espacial do triângulo seguramente terá um efeito maior do que o da pequena separação paulatina dos fios.

O fato de que seja a configuração espacial da massa global e do éter gravitacional –meio de suporte de gravidade, a massa e energia cinética– as que determinam o movimento é a justificação de que um objeto em movimento não pare até que não se lhe apliquem as forças necessárias, como se viu no apartado anterior de Física do movimento sem gravidade.

 

 

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Quando Don Magufo acaba o livro,
liga muito contente a Einsoutro,
que passa a vida dando voltas ao Sol e olhando para a Lua,
 
para lhe agradecer a sua colaboração e pergunta-lhe:

–Tu achas que alguns cientistas se zangarão com tanta tetoría?–

Einsoutro dá umas quantas voltas,
olha para a Mª José e responde-lhe:

–Não acho. Talvez se zanguem esses que não acreditam em nada
porque não sabem valorizar por si mesmos.
¡é mais verosímil que os cientistas se encaranguejem um pouco!–