M O L W I C K
 

María José T. Molina

Teoria da Equivalência Global

FISICA E DINÂMICA GLOBAL

Segunda Lei de Newton ou Lei da Força

A Segunda Lei de Newton ou Lei de Força é também conhecida como Lei Fundamental da Dinâmica, pois é a que determina uma relação proporcional entre força e variação da quantidade do movimento ou momento linear de um corpo.

2.b) Segunda Lei de Newton ou Lei de Força

A Segunda lei de Newton, também conhecida como Lei Fundamental da Dinâmica, é a que determina uma relação proporcional entre força e variação da quantidade do movimento ou momento linear de um corpo. Dito de outra forma, a força é diretamente proporcional à massa e à aceleração de um corpo.

Quando Newton unificou a força de gravidade terrestre, incluída na sua segunda lei ou Lei de Força, com a força de gravidade das órbitas planetárias na sua Lei de Gravitação Universal tinha sentido o princípio citado de igualdade entre massa inercial e massa gravitacional, pois assim o indicavam todas as experiências científicas e fenômenos naturais.

Força / massa = aceleração
F = m a
  Força / massa = aceleração

Para além disso, a Física Clássica de Newton assumia que uma força constante poderia acelerar uma massa até ao infinito.

A Segunda Lei de Newton foi modificada pela Teoria da Relatividade Especial de Einstein ao incluir o fenômeno de aumento da massa de um corpo com a velocidade e, posteriormente, pela Relatividade Geral ao introduzir perturbações do espaço-tempo. Uma força constante já não poderia acelerar uma massa até ao infinito; não obstante a relação de proporcionalidade entre massa e força que provoca a aceleração continua a manter-se para a massa num instante concreto.

A primeira experiência que confirmava a massa relativista foi a descoberta de Bücherer em 1908 de que a relação da carga do elétron e a sua massa (e / m) era menor para elétrons rápidos do que para os lentos. Posteriormente, incontáveis experiências confirmam os resultados e fórmulas físicas anteriores.

A massa e a energia convertem-se assim em duas manifestações da mesma coisa, os princípios de conservação da massa e da energia da mecânica clássica passam a configurar o princípio de conservação da energia-massa relativista mais geral.

No entanto, a Teoria da Relatividade de Einstein continua sem dizer-nos o que é essa coisa que se manifesta como massa ou como energia. Por isso, a ideia de incontáveis experiências que confirmam a referida é um pouco ousada, uma coisa é que matematicamente batam certo alguns resultados e outra que a realidade física subjacente seja a propugnada pela Mecânica Relativista.

Pelo contrário, a Mecânica Global explica a força da gravidade como o efeito da tensão da curvatura longitudinal da estrutura reticular da matéria ou globina, para não confundi-la com a matéria normal. Também explica em que consiste a energia eletromagnética e como se forma a massa, ou seja, unificou a gravidade, a energia e a massa.

Claro, como se verá mais à frente, na nova teoria alternativa também batem certo as mesmas experiências e resultados com idêntica precisão que os da Mecânica Relativista de Einstein. Para além de que na Teoria da Equivalência Global encaixam outros aspectos derivados da não existência das típicas singularidades relativistas e da compatibilidade entre a teoria do átomo, a dinâmica da escala humana normal e a Astrofísica correspondentes ao modelo físico da Mecânica Global.

Como se comentou, o princípio de igualdade entre massa inercial e massa gravitacional permite enquadrar na Lei Fundamental da Dinâmica a força de gravidade dos planetas. A Física Relativista de Einstein mantém esse princípio, mas vê-se obrigada a alterar o espaço e o tempo para fazer encaixar pequenas diferenças observadas na órbita de Mercúrio e dos planetas em geral.

Na nova perspectiva da Teoria da Equivalência Global o referido princípio deixa de ser necessário; pois com a definição e caracterização da massa física, o movimento da massa segue as mesas regras na estrutura reticular da matéria ou globina independentemente da origem das forças. Para além da variação da massa física com a velocidade, a Lei da Gravidade Global introduz a variação da força gravitacional com a velocidade para um mesmo ponto da globina.

No novo modelo da Dinâmica Global, a Segunda Lei de Newton, Lei de Força ou Lei Fundamental da Dinâmica continua a cumprir-se em relação à proporcionalidade entre força, massa e aceleração.

Quando a velocidade começa a ser relevante em relação à velocidade da luz, o aumento de massa física deve-se ao próprio mecanismo de conversão entre a força aplicada, seja proveniente da energia gravitacional ou não, e energia cinética. Agora; o aumento de massa ver-se-á compensado com um aumento da atração gravitacional, como no caso das órbitas dos planetas, pelo que este efeito não provocaria a precessão anômala do periélio de Mercúrio.

Por outras palavras, das duas componentes da atractis causa, a que se deve à tensão da curvatura longitudinal da globina e a que se deve à velocidade dos corpos com massa em relação à globina, só a segunda será a responsável pela variação adicional da força gravitacional que causa a precessão anômala das órbitas dos planetas em relação ao previsto pela Lei de Gravitação Universal de Isaac Newton.

De acordo com a Mecânica Global, a diferença conceptual deve-se aos mecanismos da interação da globina com a energia eletromagnética e com os corpos com massa, por ser suporte material das duas manifestações da energia em geral.

A discussão do conceito da atractis causa efetua-se nos apartados da Lei da Gravitação Universal de Newton e da Lei da Gravidade Global do livro em linha sobre esta última lei.

Torre de Pisa
Força, massa e aceleração  Proporcionalidade entre força, massa e aceleração

Resumindo, a Dinâmica Global mantém um comportamento igual ao da massa física em movimento com ou sem forças de gravidade em relação à proporcionalidade entre força, massa e aceleração, sendo necessário realizar as seguintes matizações:

  • O princípio de igualdade entre massa inercial e massa gravitacional de Newton e Einstein deixa de ser um princípio para passar a ser uma realidade das características do movimento da massa física.

  • Com a velocidade produz-se um aumento da massa física. Ainda que com diferenças conceptuais em relação à referência do movimento, este efeito é parecido na Mecânica Relativista e na Dinâmica Global. Note-se que o aumento de massa relativista devido à velocidade não afetaria a proporcionalidade da força e da massa global ou total.

  • A precessão anômala da órbita dos planetas explica-se pela Lei da Gravidade Global, ao conter uma força adicional da interação massa-globina derivada da velocidade. Na Mecânica Relativista de Einstein e na Mecânica Quântica, essa precessão justifica-se com alterações do espaço-tempo.

A partir de outra perspectiva, a Segunda Lei de Newton acumulará problemas para o seu cumprimento geral pela citada característica da globina como suporte material da energia eletromagnética e da massa.

De acordo com a Dinâmica Global os problemas serão derivados de:

  • A variação da posição espacial da globina.

  • A variação da tensão longitudinal da globina para um mesmo ponto espacial.

Poderia tentar-se resolver os problemas da Lei Fundamental da Dinâmica ou Lei de Força de Newton com uma definição de força mais geral que incluísse as deslocações respectivas; mas haverá que ter cuidado pois, para além de mascarar conceitos distintos, poderia não existir a proporcionalidade estrita com a massa. Provavelmente, as deslocações derivadas dos dois pontos anteriores podem-se reconduzir ao tratamento do movimento da massa cobre a globina, por supor uma variação da velocidade relativa no sentido de Galileu entre a globina e a massa.

é importante recordar que a Teoria da Equivalência Global, para além de matizar a Segunda Lei de Newton, faz isso num contexto em que o movimento dos corpos não se produz num vazio abstrato, mas sim na estrutura reticular tridimensional da matéria ou globina, com a sua característica simetria radial num espaço euclidiano.

Finalmente, não vejo que a Mecânica Quântica diga nada em relação a esta Segunda Lei de Newton, exceto que supõe uma aproximação macroscópica da realidade devido ao seu princípio de incerteza. Ainda que, no âmbito subatômico, também a Mecânica Quântica não saiba muito bem o que é um elétron e continua procurando explicações ao denominado efeito túnel e à experiência de dupla fenda com fótons, inclusivamente procura a solução em viagens atrás no tempo.

A Mecânica Global explica, entre outras muitas coisas, o efeito túnel e a experiência de dupla fenda e mantém que o movimento orbital dos elétrons é consequência do movimento dos pontos de relaxação da tensão gravito-magnética da globina. A justificação detalhada destas afirmações deduz-se da nova estrutura do átomo proposto no livro em linha da Mecânica Global.

 

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