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Características da física de partículas subatômicas instáveis. Natureza mista das partículas subatômicas instáveis como ondas eletromagnéticas e como massa. Antipartículas e expansão da globina na interação da massa na Física de Partículas.
Vimos como se criam na Física de Partículas Elementares as partículas subatômicas mais pequenas da massa física através de um processo acentuado de torção da globina ou estrutura reticular da gravidade que gera um estado da matéria diferente, onde a principal característica é a acumulação de energia elástica em novelos ou caracolitos de massa ressoante.
Ao referido fenômeno de mudança de estado da matéria denominei-o interação da massa ou interação negra por eliminar a tensão transversal da onda eletromagnética e convertê-la em tensão de curvatura longitudinal e energia de deformação reversível da globina.
Partícula subatômica estável
Física de Partículas Elementares

Também vimos nos apartados anteriores sobre a Física de Partículas propriedades das partículas subatômicas em geral como a sua natureza espacial dextrógira e levógira e mencionamos o seu caráter estável ou instável.
As partículas subatômicas terão algum mecanismo que faça com que os caracolitos ou loops da estrutura reticular não se desfaçam com facilidade apesar da tendência a voltar à sua situação inicial pela energia interna elástica.
A figura mostra uma manta enrolada com um nó para representar intuitivamente um possível mecanismo de estabilidade, se bem que não se considera muito exato. No apartado deste livro sobre Partículas do átomo do novo modelo atômico proposto pela Mecânica Global irá aprofundar-se a análise sobre a Física de Partículas Elementares estáveis e o tamanho máximo das partículas com massa física.
Em seguida explicam-se as características das partículas subatômicas com massa e natureza instável da sua energia interna elástica da Física de Partículas, como os elétrons. Trata-se das características mais inovadoras ou destacáveis das partículas subatômicas na Mecânica Global.
Corrimento das partículas subatômicas.
Como se explicou anteriormente, as ondas eletromagnéticas ou fótons e outras partículas sem massa representam pequenos giros ou deformações transversais ou de torção da globina ou estrutura reticular da gravidade. Quando estes giros se concentram no espaço com sentido contrário formam os loops ou caracolitos da massa física.
Se os loops ou espirais recebem mais energia ou força de torção de um lado, irão deslocar-se até alcançar um equilíbrio nas tensões transversais de torção recebidas pelos extremos das espirais. Neste caso, o movimento das partículas subatômicas com massa poderia descrever-se intuitivamente como a deslocação de um nó corredio.
Natureza das partículas subatômicas muito instáveis ou saltinho gravitacional.
Se a partícula subatômica se encontra num ponto vale de potencial, como os elétrons nas suas órbitas, ao mudar as diferenças de potencial o ponto citado deixa de ser de equilíbrio e a partícula irá desfazer-se pela sua tensão elástica. A energia eletromagnética libertada irá deslocar-se à velocidade da luz até encontrar um novo equilíbrio num potencial mínimo mas de outro vale, no qual voltará a aparecer como partícula subatômica com massa.
A este fenômeno podem chamar-lhe saltinho gravitacional, devido a que normalmente irá produzir-se entre distâncias muito curtas e proporciona-nos a definição de um novo tipo de partículas subatômicas na Física de Partículas Elementares. Também o voltaremos a encontrar na página correspondente do novo modelo atômico da Física de Partículas Elementares proposto pela Mecânica Global dentro da Física Global.
Os ondóns (The wavons)
Para distinguir a expressão de natureza dual da matéria do novo tipo de partículas subatômicas sugere-se a criação de um segundo tipo de dualidade, misto ou intermédio relativamente ao tempo de permanência com uma natureza ou outra.
Um termo genérico para estas ondas tão potentes poderia ser o de ondóns. Ou seja, seriam as partículas subatômicas que adquirem massa entre os saltinhos que referi no ponto anterior, existem como loops materiais e saltam à velocidade da luz como fótons até um novo equilíbrio da tensão gravito-magnética. O termo refere.se a que as ondas eletromagnéticas seriam muitas e fortes e potentes derivadas da existência dos loops, espirais ou novelos que caracterizam a massa física.
Ecografia holhológica
Partícula subatômica instável

A massa dos ondóns denomina-se ondina (Wavine) para distingui-la da massa em sentido estrito (squeezed matter). Por vezes, o termo de massa utiliza-se para ambos tipos de estados da matéria em sentido amplo devido a que ambos estão compostos de novelos ou espirais da globina ou estrutura reticular da gravidade.
Esta distinção será necessária ao estudar a física do movimento no livro em linha da Dinâmica Global. Como veremos, as partículas elementares com massa e energia elástica estável deslizam pela globina como os nós corredios mencionados mais acima.
A figura holhológica mostra um giro de 180 graus numa rede bidimensional. De forma intuitiva observa-se que não há nada que impeça que se inverta o giro se desaparece a tensão que a provocou e se existisse a tendência da rede a voltar ao estado plano.
Elétrons.
Os elétrons pertencem ao tipo de partículas subatômicas dos ondóns. Esta característica dos elétrons explica a experiência de efeito túnel dos mesmos, que deveria passar a chamar-se a experiência do salto dos ondóns (The jump of the wavons)
Da mesma forma, por ser ondóns, os elétrons viajam aos saltinhos e descreve-se o seu movimento como nuvens de elétrons, ainda que também pareça que se podem deslizar como partículas elementares com massa.
A deslocação mista das partículas subatômicas instáveis explicaria com grande simplicidade a experiência de Young ou da dupla ranhura realizada como elétrons.
O movimento orbital dos elétrons tem outra natureza, que se analisará no apartado Estrutura do átomo sobre a Física de Partículas este mesmo livro online.
O aumento de massa dos elétrons com a velocidade observada na experiência de Bücherer em 1908 também é coerente com a teoria da massa da Mecânica Global por tratar-se de partículas subatômicas instáveis, já que são as partículas estáveis as que têm uma massa muito próxima ao seu máximo possível.
Antipartículas e alargamento espacial da globina.
Um tema muito curioso da Física de Partículas é a relação que surge entre as partículas subatômicas e os buracos negros, ao configurarem-se estes também como grandes acumuladores de massa e energia interna elástica.
Outra comparação entre partículas subatômicas e Astrofísica tem que ver com os processos de contração e expansão da globina ou estrutura reticular da gravidade que se produzem tanto a nível atômico como ao nível de estrelas e galáxias, descrito com certo detalhe no livro da Astronomia Global.
Quando duas partículas elementares de natureza espacial oposta, dextrógira e levógira respectivamente, são também partículas saltitantes ou instáveis e se encontram, aniquilam-se mutuamente, produzindo outras partículas e fótons em função da sua distinta energia. Trata-se de partículas elementares de antimatéria ou antipartículas pela sua forma de reagir com partículas pequenas mais normais.
Com o choque entre as antipartículas que formam a antimatéria e a matéria normal irão anular-se de repente os loops que existiam sem gerar torção transversal, pois esta também se compensará. Contudo, a elasticidade da globina que tornou possível a curvatura inicial, e depois a formação das antipartículas e partículas pequenas subatômicas, recuperará o seu volume pela característica de energia de deformação reversível.
Este fenômeno físico que afeta o volume dos distintos estados da matéria ou estrutura reticular, para futuras referencias, podemos denominá-lo alargamento espacial da globina pelo desaparecimento dos loops ou espirais que forma a massa; seja por choque entre partículas de matéria com partículas de antimatéria ou antipartículas, ou pelo desaparecimento da torção necessária para manter as referidas espirais.
Também se poderia produzir um fenômeno físico de alargamento espacial da globina parecido se se encontram duas ondas eletromagnéticas de sinal contrário. Contudo não está claro se temos em conta que as ondas eletromagnéticas seguem o seu caminho depois de produzir-se o fenômeno de interferência. Talvez a entrada de uma onda eletromagnética num campo magnético de natureza espacial contrária possa chegar a anulá-la e produzir o citado alargamento espacial.