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María José T. Molina

Teoria da Equivalência Global

A MECÂNICA GLOBAL

Força nuclear forte e fraca

A força nuclear refere-se à interação nuclear forte e fraca. A forma nuclear forte residual deriva da força forte segundo a Wikipédia. Unificação da interação nuclear com a eletromagnética e a gravitação.

2.c.2.b.1. Força nuclear forte e fraca

No apartado anterior descreveu-se o processo de formação das partículas atômicas estáveis e as causas físicas que justificam a sua estabilidade e o tamanho muito semelhante dos nucleons, prótons ou nêutrons.

Na referida descrição mencionaram-se as diversas forças que atuam e que ajudam a compreender a natureza das forças nucleares.

Antes de começar a analisar a força nuclear convém assinalar que o modelo da Mecânica Global é diferente ao mais conhecido da Mecânica Quântica, o da Cromodinâmica Quântica (QDC), o que não quer dizer que os cálculos da Cromodinâmica Quântica sejam errados ou não correspondam à realidade, mas sim que o incorreto é a interpretação das causas físicas subjacentes. Algo parecido ao que acontece com a Teoria da Relatividade de Einstein quando estica o tempo ou alarga o espaço.

A Cromodinâmica Quântica (QDC) é uma generalização da Eletrodinâmica Quântica (QED) por ter uma estrutura matemática semelhante, mas em vez de uma carga elétrica tem três cargas de cor e em vez de um fóton tem oito glúons.

De qualquer forma, as perspectivas da Mecânica Global (MG) e da Cromodinâmica Quântica (QDC) são totalmente diferentes e espero que possam ser complementares. Enquanto uma renormaliza as ideias outra renormaliza as matemáticas.

Um aspecto que provoca muitas confusões mentais é a terminologia usada pela Mecânica Quântica das partículas elementares que intervêm na força nuclear, sem dúvida, há que reconhecer o esforço em classificar o desconhecido. Às vezes tenho a impressão que se parece à classificação das gotas de água que salpicam numa lagoa cheio de rãs e sapos de diferentes espécies e idades.

Na página deste livro em linha sobre as principais partículas elementares do Modelo Standard realiza-se uma breve referência às relações entre as referidas partículas elementares e os tipos de partículas fundamentais segundo a Mecânica Global.

As características globais da força nuclear serão:

  • Força nuclear forte.

    De acordo com a Cromodinâmica Quântica (QDC) tanto a força nuclear forte como a força nuclear fraca operam no interior dos prótons ou dos nêutrons, enquanto que a força nuclear responsável por manter o núcleo do átomo unido se denomina força nuclear forte residual por motivos históricos, dado que segundo a Wikipédia inicialmente se denominava força nuclear forte aquela que mantinha unido o núcleo atômico.

    A Mecânica Global unifica o suporte da força forte com o da força eletromagnética, pelo que a Teoria da Equivalência Global (TEG) da qual faz parte se configura como uma teoria de grande unificação (TGU). Ao unificar interação nuclear forte e a eletrofraca com a interação gravitacional, a Teoria da Equivalência Global supõe também uma teoria de todo (TOE).

    A massa dos prótons e nêutrons é formada por novelos da estrutura reticular da matéria ou globina devido à acumulação de força eletromagnética. Para além disso, fala da possibilidade de duplas e triplas torções da globina, o que abre caminho à acumulação de muito mais energia na mesma matéria reticular.

    Segundo o que se descreve no apartado anterior, os prótons ou nêutrons são formados por três quarks no interior de uma retícula ou, com maior precisão, seguros pelos filamentos de uma retícula concreta, dado que só existe matéria nos filamentos das arestas do hipotético cubo reticular no estado de supersimetria ou simplesmente de globina sem massa. Agora, no interior da retícula, para além dos novelos ou quarks propriamente ditos, existirão torções duplas ou triplas da globina ou campo forte. De fato, parece que a maioria da massa dos nucleons corresponde à matéria filamentosa do campo forte.

    Força nuclear
    Tripla torção da globina  Tripla torção da globina

    A figura holhológica de uma onda de tripla torção ou de um campo forte mais ou menos estático é uma simplificação para oferecer uma ideia intuitiva, mas não deve esquecer-se que a globina tem uma estrutura reticular tridimensional inquebrável.

    A idéia a ressaltar é que a força nuclear forte é composta por duas forças contrapostas em equilíbrio, a força forte interna e a externa.

    A força forte externa é determinada pela elasticidade dos filamentos da retícula tridimensional, já que são os responsáveis de que os quarks e todo o campo forte não se descomponham pela reversão da sua energia elástica de deformação. Essa descrição parece processo de confinamento da Cromodinâmica Quântica (QCD)

    A força forte interna será a tendência dos novelos da globina para se desfazerem, pela energia elástica de deformação acumulada; seja por torção simples, dupla ou de maior nível.

    é muito curiosa a expressão “...os glúons que unem os quarks criam um campo de cor com forma de corda que impede que os quarks se separem com uma força imensa...” utilizada na Wikipédia para falar dos glúons e a força forte de cor na Cromodinâmica Quântica (QCD). A força da corda é tão imensa que de acordo com a Mecânica Global (MG) é inquebrável, ao tratar-se dos filamentos de uma retícula da globina.

    Da mesma forma, o equilíbrio da força forte que configura os nucleons faz com que a massa seja muito estável por se bloquearem os novelos internos mutuamente, como se se tratasse de um nó que quanto mais se puxa dos extremos mais forte fica.

  • A força nuclear fraca.

    A carga positiva dos prótons ou neutra dos nêutrons pode entender-se como consequência da necessidade de equilíbrio interno na tensão eletromagnética entre os diferentes quarks.

    Mencionou-se noutros apartados que a formação de um elétron numa órbita qualquer supõe chegar a um limite físico em relação aos novelos da massa pela energia de torção eletromagnética admissível pela globina. Os três quarks dos nucleons supõem três fontes de carga elétrica diferente e poderiam responder a outro limite físico da torção do campo forte; mas como o referido campo estará conectado com o campo exterior eletromagnético, no final, o limite que se impõe em qualquer caso será o limite da torção de massa da torção eletromagnética.

    A carga total do próton não poderá superar a do elétron porque não o permite a necessidade mencionada de equilíbrio interno na tensão eletromagnética.

    Enfim, são só ideias demasiado ousadas.

    Tenho a suspeita infundada de que a carga do próton e do nêutron muda ou pode mudar com a velocidade e que os elétrons anulam mais carga positiva do núcleo do átomo quanto mais rápido se movem as suas órbitas.

    A energia elástica acumulada pode neutralizar-se entre os distintos quarks pelo seu confinamento espacial dentro da retícula. Se a força forte implica um equilíbrio entre as forças internas e a força externa dos filamentos reticulares, a força nuclear fraca representa um equilíbrio entre as forças interiores dos distintos quarks.

    A interação fraca ou força fraca refere-se às mudanças na configuração interna das partículas dos prótons e nêutrons. Os mais conhecidos são o decaimento beta e a radioatividade. O decaimento beta é a transformação de um nêutron num próton mediante a emissão de um bóson W, que se decompõe quase imediatamente num elétron de alta energia e num antineutrino. Detalhes da interação fraca podem encontrar-se na Wikipédia.

    consequentemente, a interação fraca ou força fraca deve-se à necessidade de equilíbrio eletromagnético do que denominei campo forte interno, por manter certa semelhança terminológica com a Cromodinâmica Quântica (QDC), tal como os elétrons do átomo são consequência do campo gravito-magnético gerado entre o núcleo e o espaço exterior ao átomo.

    O nêutron deve conter um equilíbrio de forças de torção que anule a sua carga total, portanto os três quarks não deveriam ter a mesma natureza dos seus novelos.

    Para casos especiais como os da interação nuclear, poderia falar-se de ondas fortes ou ondas fracas para não confundi-las com as ondas eletromagnéticas.

    O modelo eletrofraco da Mecânica Quântica unifica a força nuclear fraca com a força eletromagnética, pois com energias muito altas comportam-se de forma equivalente. Por isso se encontrará incluído numa teoria de grande unificação (TUG).

    A Mecânica Global (MG) partilha a referida afirmação, contudo a unificação com a força nuclear forte produz-se conceitualmente por estar suportada pela globina. O mecanismo de retenção dos filamentos na força forte não é o mesmo que o da energia elástica de torção; se bem que quantitativamente se produzirá o necessário equilíbrio.

  • Força forte residual.

    Esta força nuclear é a responsável de que o núcleo do átomo se mantenha unido apesar das hipotéticas forças eletromagnéticas repulsivas entre os prótons.

    Teoria do átomo
    Força forte residual  Força forte residual

    Digo hipotéticas porque as ondas de dupla e tripla torção distorcem o efeito do campo eletromagnético tal como campo eletromagnético distorce a força de gravitação para as partículas que interagem com a carga elétrica.

    Eu acho que a força forte residual é consequência do campo forte residual criado em redor dos prótons e nêutrons pelo efeito da dupla ou tripla torção na estrutura tridimensional da globina.

    A imagem holhológica mostra como poderia atuar a força forte residual, ou seja, encaixando zonas de forte tensão com outras de menor tensão entre nucleons.

    O fato de que a força forte residual atue unicamente nas distâncias muito curtas deve-se a que a dupla ou tripla torção deixa de existir rapidamente com a distância pela grande energia necessária para mantê-la, só possível pela resistência dos filamentos de uma retícula a esticar-se.

    Além disso, existem os efeitos especiais que se podem produzir nas distâncias curtas como o explicado no apartado correspondente da força de gravitação deste livro em linha, de fato, a força nuclear forte externa parece-se mais a um tipo de gravitação que ao eletromagnetismo por dependerem da torção longitudinal dos filamentos de uma retícula.

 

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