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O terceiro livro online da Teoria Cognitiva Global dedica-se aos diferentes tipos de memória, análise funcional e à sua base genética; dando lugar a explicações sobre a potência da linguagem e outras capacidades intelectuais e ao conhecimento de algumas pistas de como melhorar a memória e os seus limites.
A memória é a segunda grande função do cérebro e sem dúvida tem que estar correlacionada com o desenvolvimento do cérebro. A teoria cognitiva desta capacidade intelectual não foi tão desenvolvida como a da inteligência até ao momento, talvez se deva à complexidade e tipos de memória existentes, Um exemplo da referida complexidade e variabilidade pode ser a linguagem, já que no mesmo interacionam diferentes tipos de inteligência, de memória que se sustentam tanto em diferenças fisiológicas como funcionais do cérebro.
A análise realizada sobre a memória apresenta-se nos seguintes pontos principais:
- Reflexões sobre como melhorar a memória
- Análise funcional da memória humana nos processos cognitivos conscientes. Memórias especiais como a lingüística.
- Tipos de memória pela sua perspectiva temporal: curto, médio e longo prazo e tipos de memória pela sua persistência temporal e pela sua fiabilidade.
- Gestão da informação por parte da inteligência como gestor do conhecimento ou memória propriamente dita. Mecanismos inconscientes de compreensão, degradação e reconstrução da informação e mecanismos de otimização consciente.
- A interação entre a capacidade cognitiva de armazenar a informação e a capacidade cognitiva de gestão do referido armazém produzirá efeitos de complementaridade entre ambas capacidades intelectuais relativas à memória total.
Consequentemente, a investigação empírica da teoria cognitiva e da neurociência sobre a eficácia global no manejo da informação e a possível natureza genética da memória e da linguagem será bastante mais complicada que a da inteligência, inclusivamente se dispuséssemos de métodos de avaliação precisos da potência da memória ou da linguagem.
A Teoria Cognitiva Global trata sobre as conseqüências da Teoria Global da Evolução Condicionada da Vida, de 1992, sobre a filosofia da meta-cognição. Analisa os sistemas de informação, a teoria do conhecimento e a psicologia do conhecimento em relação à neurociência e à fisiologia do cérebro na cultura moderna.
Independentemente de outros possíveis pontos de vista, para a Teoria Cognitiva Global não existe diferença entre os termos cérebro e mente, o que não significa que se negue a liberdade intrínseca à Vida.
No cabeçalho do índice figuram os enlaces relacionados nos quais se incluem os quatro livros digitais ou livros online grátis em que se dividiu a exposição da Teoria Cognitiva Global: o cérebro e os computadores, a inteligência e a criatividade, a memória e, por último, a vontade, os processos de tomada de decisões e a inteligência artificial.
Também se citam nos enlaces relacionados com a própria Teoria Cognitiva Global o relativo à citada Teoria Global da Evolução Condicionada da Vida, cuja base última é a mesma, por abordarem as duas teorias o tema central da inteligência, os seus mecanismos, origens e evolução a partir de distintas perspectivas.
O apartado dos enlaces selecionados corresponde ao Estudo IDI sobre a análise estatística do inteligente desenho da inteligência com base nos dados longitudinais de quocientes de inteligência de família (pai, mãe, filhos, irmãos normais e gêmeos) existentes graças ao Young Adult Study, 1939-1967.
No referido estudo investigam-se empiricamente importantes considerações da Teoria Cognitiva Global relativas à evolução e ao cérebro.
Convém assinalar que o Estudo IDI demonstra claramente, seguindo o método científico, os seguintes aspectos:
- O caráter hereditário da inteligência relacional (r² até 0,99), a significatividade do cromossoma de menor potencial intelectual e funcionalidades importantes da diferenciação sexual de acordo com o apontado pela TGECV e a TCG que se deriva da mesma.
- O desenvolvimento do potencial intelectual encontra-se limitado pelo potencial menor dos dois potenciais herdados quando existe a condição de verificação (caso particular da inteligência condicional). Ou seja, o potencial intelectual necessita das duas fontes de informação genética recebida dos progenitores para se expressar e, por outro lado, encontra-se limitado por ambos.
- Como se não bastasse, com a cautela que o tema merece, demonstra-se cientificamente a existência de uma evolução finalista ou teleológica de acordo com o apontado pela TGECV – Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida.
A dedução lógica é a necessidade de efetuar estudos mais extensos aplicando a mesma metodologia, dado que os resultados atuais sugerem uma mudança tão radical das posturas mantidas no presente pela maior parte da comunidade científica e da sociedade que bem poderia considerar-se uma mudança de paradigma.
Um exemplo de aprofundamento do estudo com quocientes de inteligência, que foi acrescentado posteriormente (Setembro 2002), encontra-se no apartado relativo à escolha de marido/mulher e inteligência. No referido apartado confirma-se uma hipótese sobre um requisito concreto relativo ao limite aceitável da diferença em inteligência no momento de escolher marido/mulher, reforçando simultaneamente a coerência global do modelo. De fato, o requisito refere-se à escolha inconsciente de uma inteligência desconhecida para a psicologia atual.
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