A inteligência e teoria do conhecimento em relação à neurociência e à fisiologia do cérebro.

 




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TEORIA COGNITIVA GLOBAL

INTELIGÊNCIA, INTUIÇÃO, LINGUAGEM E A CRIATIVIDADE

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Índice
  1. Teoria do conhecimento e inteligência
  2. Conceito e tipos de inteligência
  3. Inteligência elegante e gestão do conhecimento
  4. Herança genética e inteligência
  5. A metáfora do semáforo
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3.d) Funções seguras:

Tanto os preconceitos como as respostas automáticas são criações prévias do intelecto, pelo contrário as respostas seguras, as que têm um certo grau de fiabilidade e as utra-rápidas ou semelhantes são conseqüência do funcionamento direto do mesmo.

Na TGECV – Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida expõe-se uma visão concreta sobre a memória matemática e a lógica, ao falar do método de verificação da informação genética transmitida, dos possíveis modelos para a verificação da teoria e no apêndice relativo ao desenvolvimento tecnológico dos travões na indústria automóvel. Parte da referida exposição reproduz-se no apartado relativo à estrutura genética da inteligência.

Resumindo-a brevemente, ambos operam sobre o resultado dos milhares de milhões de neurônios criados com a informação genética de um progenitor e com as criadas com as do outro progenitor. Ou seja, haverá que esperar pelo resultado dos grupos de neurônios e, na medida em que ambos resultados coincidam, teremos garantida a sua correção. Por outras palavras estes dois mecanismos só operarão com as funções criadas a partir das duas fontes de informação genética que ofereçam um resultado idêntico.

Este mecanismo implica um consumo de tempo importante tendo em conta, para além disso, que se está à procura da certeza das respostas. Assim que os resultados não sejam idênticos, o raciocínio seguro da lógica pura deter-se-á.

3.e) Funções com menor fiabilidade: 

O fato de que se detenha o raciocínio seguro da lógica pura quando os resultados não têm 100% de segurança de estar corretos, não significa que não se possa continuar a retirar conclusões não tão seguras mas operativas dentro de uma margem de erro razoável. Também é possível que no final do raciocínio, já intuitivo, se chegue a alguma conclusão que, uma vez alcançada, se possa comprovar ou verificar por outros meios ou com outra perspectiva. Em todo o caso, fica patente que a intuição chega muito mais longe do que a lógica pura.

Deste modo de operar do cérebro, depreende-se facilmente que cada pessoa terá mais ou menos intuição em comparação com a sua capacidade lógica pura ou inteligência (em sentido estrito) em função do equilíbrio ou desequilíbrio das capacidades herdadas dos seus progenitores.

Com a memória normal acontece exatamente o mesmo que com a inteligência. Por isso a memória normal, por não exigir a certeza absoluta dos seus resultados, é muito mais potente do que a memória matemática.

Esta potência da memória normal vem acompanhada do efeito de tranqüilidade pessoal quando se utiliza, uma vez que não temos medo do erro. Convém assinalar que o fato de não ter segurança interna das respostas não significa que os resultados não sejam objetivamente corretos.

Quando se exige 100% de fiabilidade, o tempo de resposta pode ser excessivamente alto, pensemos por exemplo em programas de reconhecimento de voz, por isso, em programas complicados e quando o erro não é muito grave nunca se trabalhará com 100% de fiabilidade, haverá que procurar um equilíbrio entre o risco de erro e a perda de tempo e energia para reduzir o referido risco tal como fazem os humanos.

É curioso que os computadores funcionem melhor naqueles casos em que se requer 100% de fiabilidade como no cálculo e na memória matemática e, pelo contrario, muito pior quando a fiabilidade requerida é baixa, como no caso das línguas.


Inteligência elegante e gestão do conhecimento   O que é a linguagem?

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Mª José T. Molina
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