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A medida da base genética da inteligência relacional foi e continua a ser um tema de debate intenso pelas conseqüências que derivam de uma ou outra postura.
Como já se comentou antes, no anexo apresenta-se um estudo estatístico de genética mendeliana melhorada que demonstra, a meu ver, tanto o caráter hereditário da inteligência em sentido estrito, e portanto da inteligência relacional em geral e de grande parte da própria TGECV - Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida.
Ainda que a estatística seja uma ciência famosa pela sua vulnerabilidade à manipulação, também é verdade que este argumento se utiliza freqüentemente quando não se quer reconhecer os fatos por muito claros que estes sejam.
Vejamos brevemente alguns dos pontos a favor da natureza genética da inteligência e os pontos contra, dificuldades ou elementos que permitem a coexistência de posições tão díspares.
A mera existência de crianças superdotadas indica-nos sem dúvida razoável que nos encontramos perante um tema com profundas, ou mesmo únicas, raízes genéticas.
O outro grande argumento que avaliza a herança genética da inteligência humana é que não se pôde isolar nenhuma causa concreta de meio ambiente que afete a inteligência por si só. É sobejamente conhecido o tema da existência de muitos irmãos com semelhantes condições de meio ambiente e diferente nível de inteligência.
Por outro lado, não só existem crianças superdotadas em inteligência como em muitas outras capacidades tanto intelectuais como físicas ou artísticas, o que acrescenta mais argumentos ao caráter hereditário das referidas habilidades.
Se as precisões conceptuais efetuadas sobre a inteligência e a intuição em relação a diferentes formas de obter as respostas requeridas ao sistema são aceites, indiretamente estaríamos a aceitar a base genética da inteligência.
O método de verificação da informação genética efetua-se, neste caso, num momento posterior à transmissão genética e inclusivamente posterior ao desenvolvimento inicial do novo ser. Não obstante, prefiro conservar o adjetivo relativo à genética na denominação deste método para indicar que a estrutura operativa é determinada pelos genes.
A base teórica do modelo estatístico citado anteriormente é a Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida, no livro da TGECV apresenta-se em detalhe uma explicação gráfica da herança da inteligência com genética mendeliana e operatividade ou não do método de verificação da informação genética.
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