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Coração batendo
Teoria da Equivalência Global

A EQUAÇÃO DO AMOR

María José T. Molina
 
 
Vênus de Milo
  
   
corazon partido
flecha corazon partido
 

I. POEMA DE AMOR

Antes de falar das equações e de outras ideias relativamente simples, vejamos um claro exemplo da complexa relatividade do amor com os versos de um poema de amor do típico tempo de poesia de São Valentim, de um coração palpitante a uma impressionante Mademoiselle que tenha pedido discrição de uma visita inocente aos seus aposentos.

Que secretos versos guardará o poema de amor do coração palpitante?

 

Coração batendo 

Os pensamentos e reflexões deste curto poema de amor se encontrarão no coração palpitante num suspiro.

O que se poderia dizer destes versos é que, obviamente, o nome da dama melhoraria a rima perfeita do poema de amor, a rima conceptual, a temporal..., em definitivo, a rima global. Até se poderia pensar que o curto poema de amor trata da história real de uma loucura num mundo imaginário.

Outro poema de amor muito curto se encontra online na página sobre metafísica na interpretação familiar da Equação do Amor, ainda que nesta ocasião se refira a um tipo de amor eterno e incondicional, ou seja, o amor paterno-maternal.

  • Amor à física.

    A Equação do Amor surgiu dos pensamentos, reflexões ou jogos mentais sobre que parâmetros poderiam intervir na quantificação do amor, pois mesmo quando o amor não é precisamente uma variável quantitativa, mas sim o contrário, existem situações que o modulam ou afetam; basta recordar como exemplo clássico de poema de amor o de Romeu e Julieta. Grande poema!

    Depois de ter descoberto as bases da Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida, foi uma grande surpresa ver como a poética Equação do Amor podia ter sérias repercussões no âmbito da Física Moderna ao ser o resultado analítico de substituir na Lei da Gravidade de Newton o valor da massa pela sua equivalência na famosa E = mc² de Einstein.

    Eu sempre tinha tido desejos de escrever algo sobre o poema da relatividade, assim que me foi impossível não escrever o livro da Equação do Amor apesar da dificuldade técnica que implicava. De fato, era uma verdadeira oportunidade de aprender o ininteligível. Posteriormente dividiu-se por cinco livros em linha para ordenar e apresentar melhor as ideias e reflexões, tendo em conta os diversos pontos de vista sobre um tema tão versátil.

    O presente livro tem como pano de fundo a metafísica e ainda que eu considere o tempo da ciência como um tempo absoluto, sempre há um tempo de poesia e um tempo de amor que podem ser muito relativos, porque adentramo-nos no mundo subjetivo.

    Ainda que o curto poema de amor mostrado online não seja o melhor exemplo de inteligência, mas sim de emoções ou ideias românticas, seguramente trata-se do poema muito curto mais brilhante do estilo Plutônico, que se caracteriza por rimas conceptuais, algo assim como uma mistura de pensamentos divergentes e convergentes que mostram a beleza da inteligência selvagem do amor.

 

 
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