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Estudo sobre quocientes de inteligência (Teste QI)

ControlE estatÍstico de processos

A variação de variáveis de coeficientes artificiais de inteligência serve-nos de controlo estatístico de processos ou validação do modelo de dados da evolução da inteligência segundo a Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida.
  A variação de variáveis de coeficientes artificiais de inteligência serve-nos de controle estatístico de processos ou validação do modelo de dados da evolução da inteligência segundo a Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida.
 
 
 
 
  

Estudo EDI - Livro virtual grátis do ensaio sobre quocientes de inteligência (Teste QI)de teste de inteligência Wechsler e Stanford-Binet

GRÁFICOS ESTATÍSTICOS

O título de cada gráfico deste estudo da inteligência com uma abordagem à família indica-nos a que variável do coeficiente de inteligência dos progenitores (R ou M & P) se referem as correlações. Estas correlações estão representadas em cada vértice ou ponto gordo das linhas de cores correspondentes às distintas varáveis dos filhos (H) objeto de análise e indicadas na caixinha da parte direita do gráfico.

Da mesma forma, na parte esquerda do gráfico situam-se as varáveis formadas pelas distintas agrupações de 1 a 10 valores dos 70 quocientes de inteligência (QI) existentes para cada uma das variáveis do modelo de dados originais, tanto dos progenitores como dos filhos, e sem ordem conhecida. Na parte direita encontram-se os grupos com os mesmos tamanhos, mas com os valores ordenados previamente à sua agrupação com a variável mencionada junto ao mesmo como critério estatístico de ordenação.

Em definitivo, consegue-se uma percepção quase instantânea da bondade, tendências e inclusivamente possibilidades de melhoria de 60 ou mais coeficientes de determinação (r²). Tudo isto permitiu calcular e valorizar aproximadamente uns 500 milhões de coeficientes de correlação no conjunto do Estudo EDI.

Estudo da inteligência – Metodologia da investigação estatística



VARIABLES DE LAS GRÁFICAS ESTADÍSTICAS

* R ° Variable del modelo datos compuesta por los valores esperados del coeficiente de inteligencia (CI) de los hijos obtenida en función de los vectores de coeficientes de inteligencia (CI) de las madres (M) y de los padres (P), de acuerdo con las hipótesis de la Teoría General de la Evolución Condicionada de la Vida (TGECV). Es decir, combinación mendeliana de genes y aplicación del método VIG en el modelo de trabajo de la inteligencia.
M & P Utilización conjunta de los dos vectores de coeficientes de inteligencia (CI), el de las madres (M) y el de los (P) como variables explicativas. Los coeficientes de determinación de la regresión múltiple se estiman mediante el procedimiento de mínimos cuadrados ordinarios.
T1-d Variable del análisis cuantitativo de datos estadísticos formada por el vector de CI de los hijos con valores extremos limitados a un 10% respecto a la media de los seis test de inteligencia originales.
X3 Variable del análisis cuantitativo de datos estadísticos formada por el vector de CI de los hijos - media de 3 variables originales.
* X6 Variable del modelo de datos estadísticos formada por el vector de CI de los hijos - media de las 6 variables originales disponibles.
* W ° Vectores de coeficientes artificiales de inteligencia de los hijos generados de acuerdo con varias especificaciones propuestas por la Teoría General de la Evolución Condicionada de la Vida (TGECV) en los modelos de simulación de la evolución.
* (M+P)/2 Variable del análisis cuantitativo de datos estadísticos formada por el vector de cocientes de inteligencia formado por la semisuma del coeficiente de inteligencia de la madre y el del padre.
* M1P1 ° Variable del análisis cuantitativo de datos estadísticos formada por el vector de cocientes de inteligencia formado por el menor valor de los CI de los progenitores. El coeficiente de inteligencia de la madre o el del padre.
 


ANÁLISE QUANTITATIVA DE CORRELAÇÃO, REGRESSÃO MÚLTIPLA E CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS.

1. Geral

A diferença observada na investigação quantitativa do modelo de dados com variáveis de grupos entre dados estatísticos originais previamente ordenados e não ordenados indica com clareza que a redução do número de elementos das variáveis e conseqüentemente dos graus de liberdade do modelo estatístico, quando os grupos são maiores, não melhora as correlações por si mesma.

O incremento dos coeficientes de correlação no modelo de dados com as variáveis de grupos com o tamanho dos referidos grupos quando foram previamente ordenados os dados estatísticos originais deve-se tanto a que os desvios inerentes aos testes de inteligência como às variações ou diferenças provocadas pela combinação genética mendeliana compensam-se em maior grau e dentro de cada grupo, o que provoca uma mais nítida separação de cada escalão.

Independentemente dos bons ajustes obtidos em muitos casos da presente investigação quantitativa a tendência para melhorar a correlação com o tamanho dos grupos faz supor que, para grupos de 20 elementos e com uma amostra muito maior, os coeficientes de correlação poderiam situar-se acima de 0,9 em todos os casos.

2. Simulação e controle estatístico de processos evolutivos com quocientes artificiais de inteligência

O Modelo Social ou Modelo Individual devidamente reformulado serviu-nos para determinar que o gene significativo é o de menor potencial. Agora, se o modelo genérico proposto pela TGECV está correto deveríamos poder realizar uma simulação e controle estatístico de processos de herança biológica capaz de criar uma variável artificial W de coeficientes de inteligência que se comportasse como os dados estatísticos observados no estudo longitudinal.

A segunda grande surpresa, para mi, foi o fracasso do modelo da inteligência social simplificado para conseguir este objetivo de simulação e controle estatístico de processos da herança biológica.

A introdução da evolução no sentido apontado pela Teoria da Evolução Condicionada da Vida e da capacidade de gerar variáveis quantitativas com perturbações que as aproximem às variáveis reais define-nos um novo modelo que chamarei Modelo Global para facilitar as referencias ao mesmo no próprio raciocínio.

Como sabemos, as diferenças nos valores correspondentes às medições do quociente de inteligência das mesmas pessoas podem ser muito grandes. Sem dúvida existem desvios devidos à diferente expressão da capacidade em cada momento, e com maior motivo, em anos diferentes.

Outro fator que provoca ou pode provocar o mesmo tipo de desvios é o teste particular utilizado e inclusivamente cada prova específica dentro de um teste de inteligência standard.

Consequentemente, podemos introduzir na simulação estatística um fator adicional de aleatoriedade por estas causas, para melhoras a simulação e controle estatístico de processos reais. Ainda que as diferenças observadas sejam superiores a 10% em relação à média nalguns casos, introduzirei um desvio médio de 3% para cima e de 3% para baixo.

Pela mesma razão que introduzi elementos de erro nas variáveis H dos filhos, deve colocar-se um mesmo padrão de erro nas variáveis M de mães e P de pais a realizar a simulação dos processos numa abordagem à família.

Contudo, a correlação da variável estatística objeto de simulação no Modelo Global não desce de forma importante.

Em relação a isto, pode incluir-se no modelo de evolução o interessante efeito filtro sobre a afinidade genética dos progenitores que menciona a citada teoria tendo em conta que o potencial resultante da combinação genética será igual à interseção dos potenciais e não ao potencial do menor gene ou cromossoma.

Uma das simplificações realizadas refere-se ao modelo teórico da Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida, e este indica-nos que existe evolução, que efetivamente o meio ambiente influencia, mas de uma forma mais geral, ou seja, a capacidade aumenta ao longo da vida e transmite-se à descendência.

Apesar de outros objetivos alcançados, até agora não se baixaram as correlações de W de forma satisfatória.

Definitivamente é necessário algo importante ou relevante que baixe as correlações suficientemente, por isso, depois de lhe dar umas quantas voltas, introduzi o que denomino limitações funcionais devidas a causas diversas, entre as que se pode destacar que existem problemas genéticos.

Para situá-lo em algum momento, depois da combinação genética mendeliana e do filtro de afinidade podemos supor que existe algo assim como acidentes ou problemas genéticos que diminuem em 30 pontos os coeficientes de inteligência esperados. Digo 30 pontos porque é o melhor resultado dá perante os gráficos que se produzem.

No final, conseguiu-se que a variável W não se possa distinguir das variáveis de dados estatísticos de coeficientes de inteligência observados no estudo longitudinal.

3. Sobre este gráfico particular do controle estatístico de processos

Este gráfico mostra até que ponto se conseguiu que a variável W seja uma variável equiparável às restantes H dos coeficientes de inteligência dos filhos.

Não só a correlação da variável de coeficientes artificiais de inteligência é totalmente semelhante aos dados estatísticos observados ou naturais H dos filhos tanto nos grupos com poucos elementos como nos grupos maiores, como também oferece a mesma forma típica de dentes de serra.

Inclusivamente o comportamento de W é semelhante nas correlações de variáveis de grupos sem ordem prévia. Não só se cumpriu o objetivo como se cumpriu na perfeição, permitindo uma análise estatística com dados estatísticos adequados sem necessidade de efetuar uma maior recolha de dados.

 


 

Conceito e tipos de inteligência e testes QI
© 2002
Mª José T. Molina