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María José T. Molina

TGECV

TEORIA GERAL DA EVOLUÇÃO
CONDICIONADA DA VIDA

Genética e evolução

ideias sobre a teoria da evolução e a origem da vida com especial referência à genética evolutiva e as suas consequências sobre a evolução das espécies.

IV. GENéTICA E EVOLUÇÃO

IV.1. Genética evolutiva

Neste título expõem-se as novas ideias sobre a teoria da evolução e a origem da vida com especial referencia à genética evolutiva e as suas consequências sobre a evolução das espécies.

Este t ítulo IV da Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida dividiram-se em quatro pontos principais. Em primeiro lugar esta breve descrição sobre genética e evolução;, em segundo lugar, o relativo aos objetivos da vida, que contem a argumentação fundamental de caráter lógico de porquê e como se desenvolve a evolução dos seres vivos.

NOTÍCIAS DA EVOLUÇÃO

 "Avanço científico e sociedade.... Estes sistemas biológicos são o produto de mais de mil milhões de anos de descobertas evolutivas, rejeições, ensaios, êxitos e aperfeiçoamento, nos que muito do que funcionou bem em cada etapa se incorporou..."

El País 26-11-1992. Eric H. Davidson.

Na maioria dos processos evolutivos superiores seguramente produzem-se simultaneamente mudanças genéticas por influência do meio, por processos aleatórios, processos de tentativa e erro; alguns estarão já verificados; existirá a diferenciação sexual e a seleção natural e sexual estará mais ou menos presente.

Os dois seguintes dedicam-se a realizar as precisões terminológicas que se consideram necessárias na teoria da evolução e da genética clássica, e aceitar alguns exemplos que nos ajudem a familiarizar-nos e identificar com facilidade o uso que damos aos termos utilizados.

Convém sublinhar que o meu propósito ao falar de teoria da evolução não é explicar biologia moderna nem genética evolutiva ou engenharia genética em aspectos técnicos ou termos como: tipos de moléculas, proteínas, as suas formas tridimensionais, funções particulares biológicas, processos moleculares de caráter químico, mecanismos genéticos que se descobrem, mas não se sabe muito bem a sua funcionalidade, etc.

Proteína HNF1a y ADN
(Imagem de domínio público)  Proteína HNF1a y ADN

Pelo contrário, centrar-me-ei no que a natureza faz ou penso que tem que fazer, nos procedimentos e métodos gerais que seguramente utiliza, nos processos onde se realizam e nos mecanismo concretos, mas no âmbito conceptual da genética e da evolução e não químico.

Vejamos um exemplo, existem mecanismos bioquímicos que dão lugar a processos aleatórios na natureza, para mim isto é relevante em teoria da evolução, ou seja, a sua funcionalidade e não o jogo molecular em que consiste um mecanismo concreto, que seria mais próprio de um curso de química, de biologia molecular ou engenharia genética. Também se poderia adotar o critério contrário, mas acho que complicaria de forma desnecessária uma matéria já por si complexa.

A principal virtude desta aproximação à genética evolutiva e à teoria da evolução é permitir a qualquer pessoa, de cultura média, seguir a argumentação sem mais problemas que o derivado dos próprios raciocínios. Estes, por sua vez, não são complicados em si mesmos, mas pela quantidade de precisões e matizes que é necessário introduzir-nos mesmos, para delimitar os “casos” objeto de análise, podem chegar a ser extremamente complexos.

Esta é a razão de fugir de aspectos e termos muito técnicos de genética evolutiva, introduzir numerosos exemplos e, dentro do possível, fazer referência a conceitos e processos já conhecidos.

Talvez o principal inconveniente desta exposição seja que, ao incluir ideias com um certo conteúdo intuitivo, os raciocínios lógicos não podem ser perfeitos pela própria definição da intuição.

NOTÍCIAS DA EVOLUÇÃO

 "... Além disso o estudo encontrou numerosas sequências desprovidas de função conhecida (não governam a produção de proteínas) que estão presentes em todas as espécies estudadas, o que indica que se conservaram ao longo da evolução e sugere fortemente que têm alguma função biológica..."

El País 14-08-2003. Nature.

Consequentemente, não se deve procurar a compreensão absoluta das explicações apresentadas; em vez disso, deve tentar-se compreender os raciocínios que nos permitem apresentar novas propostas, pensando que algumas delas talvez não sejam corretas, mas que poderia estar muito próximo ou na linha das propostas corretas.

Tenha-se em conta que, atualmente, o conhecimento dos mecanismos da genética evolutiva é muito limitado e reduzido a pontos isolados da mesma, em comparação com a sua verdadeira magnitude na teoria da evolução.

 

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