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A Teoria Cognitiva Global trata sobre as conseqüências da Teoria Global da Evolução Condicionada da Vida, de 1992, sobre a filosofia da meta-cognição. Analisa os sistemas de informação, a teoria do conhecimento e a psicologia do conhecimento em relação à neurociência e à fisiologia do cérebro na cultura moderna.
Independentemente de outros possíveis pontos de vista, para a Teoria Cognitiva Global não existe diferença entre os termos cérebro e mente, o que não significa que se negue a liberdade intrínseca à Vida.
No cabeçalho do índice figuram os enlaces relacionados nos quais se incluem os quatro livros digitais ou livros online grátis em que se dividiu a exposição da Teoria Cognitiva Global: o cérebro e os computadores, a inteligência e a criatividade, a memória e, por último, a vontade, os processos de tomada de decisões e a inteligência artificial.
Também se citam nos enlaces relacionados com a própria Teoria Cognitiva Global o relativo à citada Teoria Global da Evolução Condicionada da Vida, cuja base última é a mesma, por abordarem as duas teorias o tema central da inteligência, os seus mecanismos, origens e evolução a partir de distintas perspectivas.
O apartado dos enlaces selecionados corresponde ao Estudo IDI sobre a análise estatística do inteligente desenho da inteligência com base nos dados longitudinais de quocientes de inteligência de família (pai, mãe, filhos, irmãos normais e gêmeos) existentes graças ao Young Adult Study, 1939-1967.
No referido estudo investigam-se empiricamente importantes considerações da Teoria Cognitiva Global relativas à evolução e ao cérebro.
Convém assinalar que o Estudo IDI demonstra claramente, seguindo o método científico, os seguintes aspectos:
- O caráter hereditário da inteligência relacional (r² até 0,99), a significatividade do cromossoma de menor potencial intelectual e funcionalidades importantes da diferenciação sexual de acordo com o apontado pela TGECV e a TCG que se deriva da mesma.
- O desenvolvimento do potencial intelectual encontra-se limitado pelo potencial menor dos dois potenciais herdados quando existe a condição de verificação (caso particular da inteligência condicional). Ou seja, o potencial intelectual necessita das duas fontes de informação genética recebida dos progenitores para se expressar e, por outro lado, encontra-se limitado por ambos.
- Como se não bastasse, com a cautela que o tema merece, demonstra-se cientificamente a existência de uma evolução finalista ou teleológica de acordo com o apontado pela TGECV – Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida.
A dedução lógica é a necessidade de efetuar estudos mais extensos aplicando a mesma metodologia, dado que os resultados atuais sugerem uma mudança tão radical das posturas mantidas no presente pela maior parte da comunidade científica e da sociedade que bem poderia considerar-se uma mudança de paradigma.
Um exemplo de aprofundamento do estudo com quocientes de inteligência, que foi acrescentado posteriormente (Setembro 2002), encontra-se no apartado relativo à escolha de marido/mulher e inteligência. No referido apartado confirma-se uma hipótese sobre um requisito concreto relativo ao limite aceitável da diferença em inteligência no momento de escolher marido/mulher, reforçando simultaneamente a coerência global do modelo. De fato, o requisito refere-se à escolha inconsciente de uma inteligência desconhecida para a psicologia atual.
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