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María José T. Molina

Teoria da Equivalência Global

ASTROFÍSICA E COSMOLOGIA GLOBAL

Teoria da origem do universo

A origem do universo é uma matéria bastante escura, a teoria do Big Bang da Cosmologia pode explicar a origem do universo inteiro ou a criação de uma parte do universo. Filosofia da formação e evolução do universo.

2. COSMOLOGÍA

2.a) Teoria da origem do universo

A Cosmologia é a parte da Astronomia que trata da formação ou origem do universo e sua evolução.

A Teoria do Big Bang é a teoria geralmente aceite mas, a meu ver, tem grandes problemas à vista dos Princípios filosóficos adicionais da Astrofísica mencionados na introdução deste livro.

Da mesma forma, na página das Forças fundamentais da matéria enumeram-se as propriedades elásticas da estrutura reticular ou globina que, juntamente com os processos e mecanismos explicados neste livro de Astrofísica Global, nos levam a pensar na correção da ideia de um universo estacionário ou cíclico a grande escala ou universo global.

Poderia dizer-se que a causa da criação ou origem do universo é uma causa escura.

As debilidades da Teoria do Big Bang podemos agrupá-las pela sua relação com os seguintes conceitos.

  • Ciência.

    • Situação espacial da origem do universo.

      Eu não entendo como se diz que a origem do universo é uma explosão inicial e não se sabe nem o lugar da mesma nem em que direção se encontra. Há que reconhecer que a forma de ovo do universo segundo o satélite WMAP é muito bonita. Suponho que representa o universo visto da Terra e a forma deve-se a algo como a casca de uma laranja num plano de duas dimensões.

       

    • Origem temporal.

      O problema da origem espacial do universo tem o seu correspondente em relação ao tempo.

      Origem do universo com forma de ovo
      Satélite WMAP da NASA
      (Imagem de domínio publico)
        Universo com forma de ovo - Satélite WMAP da NASA

      Se já se detectaram luz de galáxias emitida há mais de um 13 10^9 de anos e quase outro tanto no sentido contrário, parece que o universo deveria ser maior que os 13.7 10^9 anos que dizem que tem aproximadamente. Sobretudo não a luz, mas sim porque a massa terá tido que viajar primeiro desde o ponto inicial do Big Bang aos dois extremos e formar as galáxias para emitir a luz observada.

      Imagino que por isso ultimamente se fala do conceito universo observável, que me parece muito mais acertado.

    • A Teoria da Inflação.

      Esta teoria vem solucionar de alguma maneira os dois pontos anteriores, já que propõe um tempo de expansão do universo a velocidades muito superiores à da luz.

      Aqui volta a surgir outro grande problema da Física Moderna por incluir teorias geralmente aceites e incompatíveis ao mesmo tempo. Seguramente trata-se de um tipo de lógica quântica.

      Também é certo que está geralmente aceite que são incompatíveis e, portanto, que alguma delas tem que estar errada; ainda que muitas pessoas inventem isso de que todas as teorias experimentadas se podem melhorar mas isso não significa que possam ser incorretas. Ingenuidade quântica!

    • Obsesión por demostrar lo imposible.

      Todos lo años salen experimentos que intentan demostrar una vez más la Teoria de la Relatividad.

      NOTÍCIAS DE FÍSICA

      "Dos estrellas para verificar a Eisntein."

      La importancia del hallazgo reside en que con estos dos objetos celestes es posible estudiar con mucha precisión la curvatura del espacio-tiempo allí, en las condiciones extremas del entorno de un agujero negro."

      El País 05-10-2012

      Los conceptos como el espacio o el tiempo se crean o se cambian pero no se demuestran. Además la Teoria de la Relatividad de Einstein no demuestra la relatividad del tiempo ni del espacio sino que las incorpora como un axioma. ¿Por qué se empeñan en no dejarlo claro?

     

  • Ficção científica.

    Claro, para mim a ciência em geral e a Cosmologia em particular baseiam-se na lógica e no sentido comum para não cair noutros ramos da vida. Daí que não queira entrar em comentários sobre a origem do universo baseado noutras dimensões físicas ou na existência de universos paralelos, pois para mim estas ideias sobre o espaço fazem parte da ficção científica e da lógica aberrante.

  • Magia.

    Há um problema epistemológico com a origem do universo, a ideia de que algo surja do nada não tem nenhum sentido na lógica do nosso mundo ou da nossa natureza. Suponho que a nossa natureza ao ser finita, qualquer tema não delimitado, como eternidade ou espaço infinito, escapa à nossa lógica interna.

    De certa forma, o mesmo argumento filosófico suporta o Princípio de Conservação Global, pois ou bem as coisas se transformam ou bem desaparecem de todo, mas a isto costuma denominar-se magia e não Cosmologia ou outro ramo da ciência.

  • Religião.

    Dentro desta debilidade científica podemos encontrar diversos exemplos.

    • Fé.

      De fato, o mais grave não é apresentar soluções erradas, mas sim conseguir que as mesmas sejam geralmente aceites: Negar no âmbito da ciência a necessidades de convencimento porque o cérebro humano não está preparado tem prêmio especial; porque soa a teoria religiosa sobre a origem do universo ou a aula de escola primária.

    • Criacionismo científico.

      Outra questão é a das teorias religiosas sobre a formação da vida e a criação do universo, pois supõem aproximações que não se apoiam na lógica.

      Do ponto de vista filosófico, não consigo distinguir se o mundo se criou há 6000 anos ou há uns poucos milhares de milhões de anos. O elemento criativo mantém-se em ambos casos com uma singularidade exemplar.

    • Imortalidade.

      Outro exemplo da natureza da vida e da espécie humana é a ansiedade ou esperança de imortalidade; referida neste caso pelo triunfo da Teoria da Relatividade de Einstein, ainda que para isso tivesse que se aceitar também a do espaço.

      Claro, é igual se é incompatível com a Mecânica Quântica, com a teoria da inflação ou com a lógica mais básica que alguém possa imaginar. Até é incompatível com a lógica quântica!

    Apesar de mencionar estes aspectos relacionados com a religião como debilidades científicas de certas teorias, quero manifestar que entendo porque é que existem; porque eu próprio e muitas pessoas pensamos que há algo diferente, que não pode nem poderá explicar-se pelas leis físicas, e que denominamos de forma genérica espiritualidade ou, simplesmente, Amor.

Não se deve confundir estas postura com uma postura conservadora ou imobilista no âmbito científico da Cosmologia; seria quase impossível que esta postura concordasse com as propostas de mudança apresentadas neste livro em linha, o que acontece é que convém distinguir entre mudanças razoáveis, uma vez explicadas, e mudanças que pretendem justificar a sua própria falta de lógica normal ou sentido comum, como a denominada lógica quântica.

Também não é preciso ser um cético radical para não se sentir cômodo com a aceitação geral de teorias incompatíveis.

Depois de falar da filosofia da formação e origem do universo, vejamos brevemente a evolução de universo independentemente do observador.

Queria chamar a atenção para os aspectos ou características do universo que não seriam e os que sim seriam afetados pela mudança conceptual e filosófica da ciência física no caso de não passar a um paradigma mais intuitivo da Cosmologia.

Entre as características do universo que não mudariam encontram-se os efeitos físicos não imaginários explicados hoje em dia pela ciência aceite geralmente ou oficial como:

  • O aumento da energia da massa com a velocidade, ainda que seja como variação de uma propriedade elástica da mesma massa.
  • A órbita de Mercúrio.
  • A mudança da velocidade angular da luz ou efeito lentes gravitacionais das estrelas.
  • A velocidade da luz é constante, ainda que com tantas condições que se não se mantêm é variável.
  • As alterações dos relógios atômicos, porque continuariam a alterar-se pelos efeitos mecânicos da estrutura reticular da matéria ou globina, já seja devido à sua deslocação, à sua tensão longitudinal, à curvatura da referida tensão longitudinal ou à velocidade da massa.
  • A origem do universo de uma grande explosão ou Big Bang, ainda que seja de uma parte do mesmo (Little Bang)
  • Os elétrons continuariam a dar voltas ao núcleo atômico com a dança típica dos ondóns (Dance of the wavons)
  • Os canalhas continuariam a ser canalhas, mas algo menos cépticos.
  • Etc.

Visto isto, não me surpreenderia que os mapas do universo existentes estivessem confundidos, algo assim como os mapas do Mediterrâneo e do Globus que havia na época da Grécia clássica.

Mas o mais importante é que o raciocínio seria muito mais potente ao voltar a ser intuitivo e compreensível.

A página seguinte dedica-se à Teoria do Big Bang sobre a origem do universo estudado pela Cosmologia.

 

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